Quem é vivo sempre aparece!

Me deu a louca e depois de um louco ficar infernizando minha vida e cheretando tudo e mais um pouco e então eu resolvi apagar os posts que tinham aqui....mas ainda continuo sempre acompanhando alguns blogs sempre (Fe, Cori, Paulinha, Gisele, Michelle..)...só n comento sempre pq a preguiça é maior!

Depois de quase 8 meses que voltei, os saldos são super positivos.
Este semestre me formo na facul (finally), depois de um mês que cheguei consegui um estágio supimpa em uma multinacional e de quebra tenho um gerente americano e outro funcionário canadense que eu cuido de alguns processos do visto dele que não falam português...ou seja....o inglês é every day e ainda n enferrujou!
Porém assim que acabar a correria da monografia, quero começar a me dedicar mais ainda no estudo do inglês e começar uma outra língua!

Saudades? Sim! muitas! Mas sabe como é, meu lugar é aqui!

Não cuspo no prato que comi, pois aos trancos e barrancos aprendi muito enquanto fui au pair e fiz amizades que serão pro resto da vida!! ( a propósito agora em setembro fui pra sp visitar as minhas melhores amigas do meu ano de au pair)!


Será que alguem ainda lê isto daqui?

Metade

Composição: Oswaldo Montenegro

E que a força do medo que tenho
Não me impeça de ver o que anseio.
Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca
Porque metade de mim é o que eu grito
Mas a outra metade é silêncio.

Que a música que ouço ao longe
Seja linda ainda que tristeza
Que a mulher que eu amo seja pra sempre amada
Mesmo que distante
Porque metade de mim é partida
E a outra metade é saudade.

Que as palavras que eu falo
Não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor
Apenas respeitadas
Como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimentos
Porque metade de mim é o que ouço
Mas a outra metade é o que calo.

Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que eu mereço
E que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada
Porque metade de mim é o que penso
Mas a outra metade é um vulcão.

Que o medo da solidão se afaste
E que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável
Que o espelho reflita em meu rosto um doce sorriso
Que eu me lembro ter dado na infância
Por que metade de mim é a lembrança do que fui
A outra metade eu não sei.
Que não seja preciso mais que uma simples alegria
Pra me fazer aquietar o espírito
E que o teu silêncio me fale cada vez mais
Porque metade de mim é abrigo
Mas a outra metade é cansaço.

Que a arte nos aponte uma resposta
Mesmo que ela não saiba
E que ninguém a tente complicar
Porque é preciso simplicidade pra fazê-la florescer
Porque metade de mim é a platéia
A outra metade é a canção.
E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade também.






Beijo!